Avançar para o conteúdo principal

Batuque sta na moda

O batuque renasce das ribeiras, das achadas, em novas vozes e forças que se impõe como referência incontornável da cultura cabo-verdiana.
O batuque renasce com alma, na infância, na mulher, com futuro. O Batuque, hoje, com outros apelos, recria a tradição secular do berço da caboverdianidade - a Ilha de Santiago.
Atentar a este renascimento é inserir-se em desafios outros que selam a nossa identidade enquanto povo e nação, presente na diversidade.
A institucionalização de um festival anual de Batuque, na Ribeira Grande de Santiago, está na mira do governo. Que venha a ser um momento síntese da vivência de um povo com tantas histórias de partidas e chegadas. Não apenas mais um festival.

Example
Batuque sta na moda é título de uma música do Pantera, interpretada de forma sublime pela Lura - a garota do lado para quem não conhece. Depois dessa música tudo mudou por estas bandas. Esta musa, o Pantera, que infelizmente nos deixou, e o Tcheka lideraram uma verdadeira revolução na música crioula. Há mais, mas eu fico com esses três.

Comentários

Makel disse…
free online slot videosays –that’s really a good job I wish the best in all - Good luck as well from http://www.streetslots.com

Mensagens populares deste blogue

CODÉ DI DONA: 1940-2010

Codé di Dona tem um perfil de funaná que cativou a atenção da nação” disse Eutrópio Lima da Cruz em entrevista à TCV.

Todos são unânimes em considerar Codé di Dona (1940-2010) como uma das figuras incontornáveis do funaná, género musical outrora confinada à Ilha de Santiago, hoje com ressonância universal.

Compositor de músicas definitivas do repertório nacional, como “Febri Funaná”, “Fome 47”, “Praia Maria”, “Yota Barela”, “Rufon Baré” e “Pomba”, entre dezenas de outras, Codé di Dona emocionou os cabo-verdianos, ao longo de uma meteórica vida artística, com a singularidade das suas melodias e a poesia das suas letras. A composição “Fome 47”, só para citar um exemplo paradigmático, constitui uma imensa referência sobre uma das realidades históricas mais marcantes de Cabo Verde: a estiagem, a fome e a emigração para São Tomé e Príncipe. A imagem da partida do navio “Ana Mafalda” faz parte do imaginário colectivo dos cabo-verdianos, tanto que essa música é entoada, como um hino, pelos se…

HISTÓRIA, Dire Straits... uma dentre tantas outras da minha banda preferida

Com uma harmonia perfeita de guitarra, teclados, bateria e músicas originais o DIRE STRAITS coloca o seu nome na história como uma das maiores bandas de todos os tempos.
Tudo começa quando os irmão Mark e David Knopfler resolvem formar uma banda de rock um tanto diferente das demais (pois estavam na época da plenitude do punk rock). Até então MK já tinha tido outras experiências em outras bandas (na época de formação da banda MK era um professor de inglês) e DK era funcionario público. David(guitarra), Mark(guitarra e vocal), John Illsley(baixo) e Pick Withers(bateria) que se integraram ao grupo, formaram uma banda chamada Cafe Racers que mais tarde passou a se chamar DIRE STRAITS. Juntos fizeram uma demo que incluia um, até então, futuro sucesso do grupo "Sultans of Swing", mais tarde assinaram com o selo Vertigo e conheceram Ed Bicknell que seria o empresária da banda brevemente. Logo lançaram em 1977 o seu primeiro álbum que intulava-se com o nome do grande sucesso da ban…

Poema de amanhã

(...) - Mamãe!

Sonho que, um dia,
Estas leiras de terra que se estendem,
Quer sejam Mato Engenho, Dacabalaio ou Santana,
Filhas do nosso esforço, frutos do nosso suor,
Serão nossas. (...) ilustração: Mãe preta de Lasar Segall, 1930 poema: Poema de amanhã de António Nunes, 1945