Avançar para o conteúdo principal

Queridas...


Lá vou eu subir as eternas ladeiras di bila, passear na praça do Presídio ao cair da noite, e apreciar, Matilde, a Ilha Brava ao longe. Lá vou eu, Katy, passar pela Aguadinha, subir até à Casa de cinema para cumprimentar o pessoal. Depois do trabalho, é claro. Para trabalhar, faço a longa estrada até aos Mosteiros, subirei à Chã das Caldeiras e vai dar para apreciar o nosso vulcão e revisitar a brisa fresca sulista.
Prometo contar, de regresso, os momentos todos. Prometo.

Comentários

Matilde disse…
Quando estou em S. Filipe, há determinados lugares e momentos que não dispenso. Primeiro, ver o pôr-do-sol no Le Bistro, de preferência bem acompanhada, com um vinho Chã Branco geladinho...

Depois, vistar o Presídio à noite, para ouvir o barulho do mar, ver as luzes da Brava ao longe e sentir a brisa que sopra o Atlântico.

Pena é que a edilidade mantém a grade no Presídio, como que invejosa de olhares deleitados para a menina Brava... só pode ser isso...

Margott, adorei a "provocação"...enjoy our island, our pearl...
Anónimo disse…
Buá!!! Lebam ku bo!!!

Só estou agora a reagir à provocação porque estive "desconectada" durante o fim-de-semana.
O meu "consolo" é que na primeira semana de Dezembro vou poder mergulhar nas águas cristalinas do oceano índico e conhecer a bela cidade de Maputo (vou para uma conferência).
Se bem que não há nada que chegue ao nosso querido Fogo.
Tira muitas fotos e "da tudu arguem mantenha".
Bjs,
Katy

Mensagens populares deste blogue

HISTÓRIA, Dire Straits... uma dentre tantas outras da minha banda preferida

Com uma harmonia perfeita de guitarra, teclados, bateria e músicas originais o DIRE STRAITS coloca o seu nome na história como uma das maiores bandas de todos os tempos.
Tudo começa quando os irmão Mark e David Knopfler resolvem formar uma banda de rock um tanto diferente das demais (pois estavam na época da plenitude do punk rock). Até então MK já tinha tido outras experiências em outras bandas (na época de formação da banda MK era um professor de inglês) e DK era funcionario público. David(guitarra), Mark(guitarra e vocal), John Illsley(baixo) e Pick Withers(bateria) que se integraram ao grupo, formaram uma banda chamada Cafe Racers que mais tarde passou a se chamar DIRE STRAITS. Juntos fizeram uma demo que incluia um, até então, futuro sucesso do grupo "Sultans of Swing", mais tarde assinaram com o selo Vertigo e conheceram Ed Bicknell que seria o empresária da banda brevemente. Logo lançaram em 1977 o seu primeiro álbum que intulava-se com o nome do grande sucesso da ban…

CODÉ DI DONA: 1940-2010

Codé di Dona tem um perfil de funaná que cativou a atenção da nação” disse Eutrópio Lima da Cruz em entrevista à TCV.

Todos são unânimes em considerar Codé di Dona (1940-2010) como uma das figuras incontornáveis do funaná, género musical outrora confinada à Ilha de Santiago, hoje com ressonância universal.

Compositor de músicas definitivas do repertório nacional, como “Febri Funaná”, “Fome 47”, “Praia Maria”, “Yota Barela”, “Rufon Baré” e “Pomba”, entre dezenas de outras, Codé di Dona emocionou os cabo-verdianos, ao longo de uma meteórica vida artística, com a singularidade das suas melodias e a poesia das suas letras. A composição “Fome 47”, só para citar um exemplo paradigmático, constitui uma imensa referência sobre uma das realidades históricas mais marcantes de Cabo Verde: a estiagem, a fome e a emigração para São Tomé e Príncipe. A imagem da partida do navio “Ana Mafalda” faz parte do imaginário colectivo dos cabo-verdianos, tanto que essa música é entoada, como um hino, pelos se…

Poema de amanhã

(...) - Mamãe!

Sonho que, um dia,
Estas leiras de terra que se estendem,
Quer sejam Mato Engenho, Dacabalaio ou Santana,
Filhas do nosso esforço, frutos do nosso suor,
Serão nossas. (...) ilustração: Mãe preta de Lasar Segall, 1930 poema: Poema de amanhã de António Nunes, 1945