Avançar para o conteúdo principal

S.Filipe

Fonti Bila, a praia que carrega nos seus braços a Cidade de S.Filipe. Uma cidade em morte lenta. Leia aqui mais um episódio da novela mexicana, escrito pelo nosso ex. professor e amigo, Fausto do Rosário.

Comentários

Abraao Vicente disse…
Ola Margaridalinda Foto! Mas entrei aqui de propósito só para te contar que por acaso abri a televisao hoje hora do almoço e la estava na RTP africa o teu programa. Eu tive oportunidade de ver poucos.Senti que tu sim fazes falta à nossa tv. Volta e escreve assim sempre assim.ESpero que voltes depressa.
beijinhos abraao
Pura eu disse…
Agradeço-te Abraão. Nem sabia que o programa estava a passar nesse horário. Agradeço-te também pela informação. Volta sempre.
Kamia disse…
Ah, Margarida! Não te sabia rebelde.
Um beijico só pelo "desafio" de reincidires no "novela mexicana". :)
Agora vou ali ler aquilo que recomendaste. (linda foto, sim senhor).
Anónimo disse…
Dona Pura Eu

Errar é humano, mas insistir no erro é diabólico. Certas rebeldias não abonam a sua superior inteligência. Aprimore-se, pois poderá lá chegar. Mas não faça burrices para merecer aplausos dos medíocres. Você pode ser de uma outra estampa. Experimente.
Pura eu disse…
Já deve ter reparado que não receio aqui troca de ideias... mas com charme. É a única exigência que faço neste canto que é "minha cara".
Anónimo disse…
Meninas, creiam-me que tentei demovê-las de certas linguagens-posturas, pois o pensamento deve anteceder o acto. Por uma questão de método filosófico e não de charme. E muito menos de rebeldia fácil.

Margarida Fontes, o património construído implica estudo, aprofundamento e aprimoramento. Tanto a Câmara local, como os activistas locais, não parecem estar por dentro das recomendações universais em prol do património.

Kamya, o crioulo de Cabo Verde tem de sair de uma síntese dos vários padrões. Manuel Veiga, ao propor as variantes de Santiago e de São Vicente, atende aos motivos sócio-linguísticos. Santiago e São Vicente perfazem 70% da população. Para não dizer 90% dos quadros. Isso não implicaria uma imposição à maneira de falar. Os dois grandes padrões de escrita (ESCRITA, repito) não interferam na forma de falar de ninguém. Nem das pessoas do pequeno Maio ou da pequena Brava.

Vamos ser mais sérios!
Anónimo disse…
Here are some links that I believe will be interested
Anónimo disse…
Here are some links that I believe will be interested
Anónimo disse…
Hi! Just want to say what a nice site. Bye, see you soon.
»
Anónimo disse…
Interesting site. Useful information. Bookmarked.
»

Mensagens populares deste blogue

CODÉ DI DONA: 1940-2010

Codé di Dona tem um perfil de funaná que cativou a atenção da nação” disse Eutrópio Lima da Cruz em entrevista à TCV.

Todos são unânimes em considerar Codé di Dona (1940-2010) como uma das figuras incontornáveis do funaná, género musical outrora confinada à Ilha de Santiago, hoje com ressonância universal.

Compositor de músicas definitivas do repertório nacional, como “Febri Funaná”, “Fome 47”, “Praia Maria”, “Yota Barela”, “Rufon Baré” e “Pomba”, entre dezenas de outras, Codé di Dona emocionou os cabo-verdianos, ao longo de uma meteórica vida artística, com a singularidade das suas melodias e a poesia das suas letras. A composição “Fome 47”, só para citar um exemplo paradigmático, constitui uma imensa referência sobre uma das realidades históricas mais marcantes de Cabo Verde: a estiagem, a fome e a emigração para São Tomé e Príncipe. A imagem da partida do navio “Ana Mafalda” faz parte do imaginário colectivo dos cabo-verdianos, tanto que essa música é entoada, como um hino, pelos se…

Poema de amanhã

(...) - Mamãe!

Sonho que, um dia,
Estas leiras de terra que se estendem,
Quer sejam Mato Engenho, Dacabalaio ou Santana,
Filhas do nosso esforço, frutos do nosso suor,
Serão nossas. (...) ilustração: Mãe preta de Lasar Segall, 1930 poema: Poema de amanhã de António Nunes, 1945

Depois da Bandeira

1. SÃO LOURENÇO continua a ser um dos lugares mais agradáveis da Ilha do Fogo. O cemitério casado com a igreja e a casa paroquial; um lugar quase ermo, com a cara voltada para o mar, e um punhado de terra no ventre. Terra boa que d...eu bons filhos à ilha. Nesse cemitério, sob a imagem de uma pirâmide, mesmo à entrada, fica a campa do médico e escritor, Henrique Teixeira de Sousa, natural de Outrabanda, freguesia do Santo. Dois passos à frente descansa eternamente Padre Fidelis Miraglio, o eterno pároco de S.Lourenço e um dos primeiros Padres Capuchinhos italianos a pisar Cabo Verde. Na residência paroquial, mesmo ao lado, vive outro pastor de S.Francisco: Padre Camilo Torassa, italiano, filho de Cuneo, a viver entre Fogo, S.Vicente e Brava há mais de 50 anos: apesar do mal que lhe aflige os olhos e as pernas, a lucidez o acompanha. Éramos quatro adultos e uma criança, e fomos expressamente a São Lourenço para o visitar. Conversa vai, conversa vem, desafiou a um dos visitantes que co…