A Ilha do Sal é um dos poucos lugares de Cabo Verde, que pode se orgulhar de ter uma escola de música – O Conservatório dramático e musical. Uma escola criada pelo brasileiro Samuel Silva, formado em composição e regência, pela Universidade de S. Paulo, e em Violão Clássico e erudito, pelo Conservatório Heitor Villa-Lobos, ambos no Brasil.Portador de uma vasta experiência na área, Silva veio a Cabo Verde com a expectativa de se inteirar da música que se faz nas ilhas e conhecer a cultura do país. “Chegando aqui deparei com uma certa lacuna de ensino no âmbito musical”, declarou à TCV, numa entrevista concedida à Jornalista Carciana Lima. Samuel resolveu ficar e abriu o Conservatório dramático e musical, em Novembro do ano passado, por iniciativa própria. Apesar das dificuldades, sobretudo as de ordem infraestrutural, a escola começa a ser um caso de sucesso no Sal, confirma a jornalista. A escola funciona com 116 alunos, num universo populacional de 16.000 habitantes, o que não deixa de ser ainda um número irrisório. O músico brasileiro, à par do ensino, em si, pretende dar o seu contributo, também, à documentação musical das ilhas. Tem na forja um projecto de produção de um CD em homenagem a Luís Rendall e a Cabo Verde, e escreve músicas cabo-verdianas para o violão clássico.
O livro “Itinerários da Memória, Escravatura e Tráfico Negreiro na África Lusófona”, editado pelo Comité Português do Projecto UNESCO, "A Rota do Escravo" está exposto, em painéis, numa exposição, imperdível, na Biblioteca Nacional, na Praia. Uma mostra que enquadra os lugares ligados à rota do escravo existentes nos Países de Língua Oficial Portuguesa.
O grupo Ferro Gaita participa, no próximo mês, no Canadá, em dois festivais de música de prestígio. A 2 de Junho sobe ao palco do “
Gostariamos de justificar este post com o facto das revoltas dos escravos, tanto no Brasil, como em Cabo-Verde terem tido, muitas vezes, traços idênticos, sem dizer que os motivos eram os mesmos, a manutenção da escravidão. Prometemos voltar, sempre que possível, com curiosidades sobre este momento histórico que muito apreciamos.
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Ministros de Cultura de 71 países, entre eles Manuel Veiga participarão de uma reunião em Madrid neste fim-de-semana para reafirmar uma convenção patrocinada pela UNESCO que busca proteger a
O naturalista italiano, Leonardo Fea, que ficou célebre pela exploração da Birmânia chegou a Cabo Verde em 1898, provindo daquele país, ao serviço da Sociedade de Geografia de Génova e coligia para o Condi Salvadori, ornitólogo. A pobreza da fauna destas ilhas foi para ele uma decepção. Em todo o caso, encontra algo interessante: o cuco europeu e cágados em S. Tiago – o ilhéu de Santa Maria, terras muito áridas onde Darwin acampara em 1831 sem descortinar, entretanto, esses animais. A passarinha, sim, descobriu-a ele, referencia o site da 
Quando se fala em S.Filipe pensa-se na sua localização voltada para o mar e nos seus sobrados, pela sua arquitectura, pelo seu urbanismo e pelo seu percurso humano e social. Esse mundo dos sobrados que testemunha um certo drama e uma certa grandeza reclama, entretanto, um tratamento mais dinâmico.
O novo filme do Realizador português Francisco Manso – A Ilha dos Escravos –, cujo início de gravação começa em Setembro próximo, vai contar com uma forte participação de cabo-verdianos em vários momentos.
Um grupo de intelectuais, que se autodenomina CDS, pretende organizar na Residência do Embaixador do Brasil, Victor Gobato, um dos promotores da iniciativa, uma tertúlia literária sobre o poeta Fernando Pessoa. A tertúlia que acontece neste Sábado, 20 de Maio, contará com a participação de mais de duas dezenas de intelectuais que abordarão em poesia, prosa, e outros testemunhos a complexidade do poeta Fernando Pessoa. Desde a decoração ao recital em si, passando, naturalmente, pelo buffet a cargo da embaixatriz do Brasil, tudo recriará o ambiente onde Pessoa produzia sua poética universal. Os convidados de honra desta iniciativa são os embaixadores de Portugal e dos Estados Unidos, e o Ministro da Cultura.
Vai ser inaugurada, no dia 16 de Maio, uma exposição de Obra gráfica portuguesa contemporânea (serigrafia, litografia, gravura) no Centro Cultural Português/ Instituto Camões, na Praia. O Moçambicano Malangatana, e o cabo-verdiano Tchalé Figueira são alguns dos africanos que figuram no rol de artistas portugueses que integram a exposição, com destaque para Carlos Calvet, Cruzeiro Seixas e Júlio Pomar.