11 de setembro de 2006

Dois...

Dois...
Apenas dois.
Dois seres...
Dois objetos patéticos.
Cursos paralelos
Frente a frente...
...Sempre...
...A se olharem...
Pensar talvez:
“Paralelos que se encontram no infinito...”
No entanto sós por enquanto.
Eternamente dois apenas.
Pablo Neruda

1 comentário:

Anónimo disse...

Isto não é de Neruda. Neruda não cometeria tal heresia poética!