Avançar para o conteúdo principal

A verdadeira arte de viajar

libre















A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo.
Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam ali...
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!


Mário Quintana

Comentários

Tchale Figueira disse…
Neste momento estou fora de casa, o poema cai que nem uma luva.

Des de APT em Provence França

Abraço
Canto da Boca disse…
Pois é, mas parece que aprendemos a sair de casa, deixar a alma, os olhos e as admirações em casa.

Abraço!
Anónimo disse…
Caramba Pura, hoje não resisto a comentar este post, e contrariar (será?) o Mário. Eu faço isso, mas entrando em casa. E acredita, tudo o resto acontece tal qual o poema do Quintana. E esta?
P.S.- Temi que tivesses intervalado de verdade. Não te vás embora sem avisar. Mesmo em silencio estamos por cá, atentos (a)os momentos.
Alex
Pura eu disse…
Ainda bem, Tchalé. Boa viagem.

Canto... isso acontece, às vezes, ou será sempre? Por isso está aí o poema de Mário, para nos ajudar nesse aspecto...

Também se aplica à chegada, Alex. "Os momentos" adora o silêncio charmoso dos seus visitantes, acredita! Continuamos por cá...

Abraços aos três poetas,

Margarida
Pura eu disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
Ana Carolina disse…
Margarida, que nome lindo! É uma das minhas flores preferidas, e elas nascem no Brasil, a esmo, sem grandes dificuldades, é quase uma planta ruderal.
Em junho fui à Cabo Verde, fiquei em Santo Antão, amo esse país de uma maneira que me considero uma brasilverdiana.
Não imaginas o quanto fico feliz por poder ainda que de forma tímida e rara, interagir com alguém que está nas Ilhas Crioulas. És caboverdiana?

P.S.
Tenho para mim que existe um movimento, quiçá, silencioso para que não deixemos nossos olhos e nem nossa alma em casa. Risos.

Um dia lindo para ti, os teus e as tuas.
;)
Pura eu disse…
Cara Ana,

Sim, sou cabo-verdiana. És a mais nova brasilverdiana da minha lista...
Tens de voltar para conhecer outras ilhas.
Viajar é uma arte... Quintana está coberto de razão.

Beijos, e fica por aqui...

Mensagens populares deste blogue

CODÉ DI DONA: 1940-2010

Codé di Dona tem um perfil de funaná que cativou a atenção da nação” disse Eutrópio Lima da Cruz em entrevista à TCV.

Todos são unânimes em considerar Codé di Dona (1940-2010) como uma das figuras incontornáveis do funaná, género musical outrora confinada à Ilha de Santiago, hoje com ressonância universal.

Compositor de músicas definitivas do repertório nacional, como “Febri Funaná”, “Fome 47”, “Praia Maria”, “Yota Barela”, “Rufon Baré” e “Pomba”, entre dezenas de outras, Codé di Dona emocionou os cabo-verdianos, ao longo de uma meteórica vida artística, com a singularidade das suas melodias e a poesia das suas letras. A composição “Fome 47”, só para citar um exemplo paradigmático, constitui uma imensa referência sobre uma das realidades históricas mais marcantes de Cabo Verde: a estiagem, a fome e a emigração para São Tomé e Príncipe. A imagem da partida do navio “Ana Mafalda” faz parte do imaginário colectivo dos cabo-verdianos, tanto que essa música é entoada, como um hino, pelos se…

Poema de amanhã

(...) - Mamãe!

Sonho que, um dia,
Estas leiras de terra que se estendem,
Quer sejam Mato Engenho, Dacabalaio ou Santana,
Filhas do nosso esforço, frutos do nosso suor,
Serão nossas. (...) ilustração: Mãe preta de Lasar Segall, 1930 poema: Poema de amanhã de António Nunes, 1945

HISTÓRIA, Dire Straits... uma dentre tantas outras da minha banda preferida

Com uma harmonia perfeita de guitarra, teclados, bateria e músicas originais o DIRE STRAITS coloca o seu nome na história como uma das maiores bandas de todos os tempos.
Tudo começa quando os irmão Mark e David Knopfler resolvem formar uma banda de rock um tanto diferente das demais (pois estavam na época da plenitude do punk rock). Até então MK já tinha tido outras experiências em outras bandas (na época de formação da banda MK era um professor de inglês) e DK era funcionario público. David(guitarra), Mark(guitarra e vocal), John Illsley(baixo) e Pick Withers(bateria) que se integraram ao grupo, formaram uma banda chamada Cafe Racers que mais tarde passou a se chamar DIRE STRAITS. Juntos fizeram uma demo que incluia um, até então, futuro sucesso do grupo "Sultans of Swing", mais tarde assinaram com o selo Vertigo e conheceram Ed Bicknell que seria o empresária da banda brevemente. Logo lançaram em 1977 o seu primeiro álbum que intulava-se com o nome do grande sucesso da ban…