Avançar para o conteúdo principal

Vinha Maria Chaves e Outros Sonhos...

vinho


















1. A Inauguração do Projecto Vinha Maria Chaves, no passado Domingo, foi, sem dúvida, um sonho que se tornou realidade. Quem de longe avistava as terras de Mai Tchabi (nome popular) não imaginava que daí nasceriam 24 hectares de plantações de vinha, e nem pensaria que dentro de um ano estar-se-á a fazer a primeira colheita, e a produzir 500 mil garrafas de diferentes tipos de vinho made in Maria Chaves, Ilha do Fogo. Os pormenores aqui

2. O Hospital São Francisco de Assis, na Cidade de S.Filipe, também dinamizado pela Associação ASDE, e pela sua congénere italiana AMSES, passa, a partir de agora, a ser administrado pelo Grupo Villa Maria. Uma rede de saúde privada italiana que possui estruturas hospitalares e centros médicos distribuídos pelo país e pela Europa. A estrutura aposta em diagnóstico e cura altamente especializados, tendo a pessoa humana e o seu bem-estar como fim último. Com a administração do grupo Villa Maria, o Hospital São Francisco de Assis, passará a prestar em regime de continuidade tratamento em várias especialidades médicas e com alta qualidade, o que certamente fará com que pessoas de outras ilhas procurem os serviços médicos do Centro. Conheça o Grupo Villa Maria.

Comentários

Anónimo disse…
Foi muito bom o project, Mas foi destruido pelo governo do senhor Eugenio Veiga o maior predio que havia no fogo antes de indepemcia, para as pessoas que nao conhecerem o predio, tinha 24 portas, tecto era esculrado pelo um escultor alemao. Sobrados fazem parte da nossa cultura. Espero nao deitar abaixo as arvores grandes que exitem somente em Maria chaves de nome monhango de origem acho angolana. Sao cerca de 4 ou 5 se a memoria nao falha.

Mensagens populares deste blogue

CODÉ DI DONA: 1940-2010

Codé di Dona tem um perfil de funaná que cativou a atenção da nação” disse Eutrópio Lima da Cruz em entrevista à TCV.

Todos são unânimes em considerar Codé di Dona (1940-2010) como uma das figuras incontornáveis do funaná, género musical outrora confinada à Ilha de Santiago, hoje com ressonância universal.

Compositor de músicas definitivas do repertório nacional, como “Febri Funaná”, “Fome 47”, “Praia Maria”, “Yota Barela”, “Rufon Baré” e “Pomba”, entre dezenas de outras, Codé di Dona emocionou os cabo-verdianos, ao longo de uma meteórica vida artística, com a singularidade das suas melodias e a poesia das suas letras. A composição “Fome 47”, só para citar um exemplo paradigmático, constitui uma imensa referência sobre uma das realidades históricas mais marcantes de Cabo Verde: a estiagem, a fome e a emigração para São Tomé e Príncipe. A imagem da partida do navio “Ana Mafalda” faz parte do imaginário colectivo dos cabo-verdianos, tanto que essa música é entoada, como um hino, pelos se…

HISTÓRIA, Dire Straits... uma dentre tantas outras da minha banda preferida

Com uma harmonia perfeita de guitarra, teclados, bateria e músicas originais o DIRE STRAITS coloca o seu nome na história como uma das maiores bandas de todos os tempos.
Tudo começa quando os irmão Mark e David Knopfler resolvem formar uma banda de rock um tanto diferente das demais (pois estavam na época da plenitude do punk rock). Até então MK já tinha tido outras experiências em outras bandas (na época de formação da banda MK era um professor de inglês) e DK era funcionario público. David(guitarra), Mark(guitarra e vocal), John Illsley(baixo) e Pick Withers(bateria) que se integraram ao grupo, formaram uma banda chamada Cafe Racers que mais tarde passou a se chamar DIRE STRAITS. Juntos fizeram uma demo que incluia um, até então, futuro sucesso do grupo "Sultans of Swing", mais tarde assinaram com o selo Vertigo e conheceram Ed Bicknell que seria o empresária da banda brevemente. Logo lançaram em 1977 o seu primeiro álbum que intulava-se com o nome do grande sucesso da ban…

Depois da Bandeira

1. SÃO LOURENÇO continua a ser um dos lugares mais agradáveis da Ilha do Fogo. O cemitério casado com a igreja e a casa paroquial; um lugar quase ermo, com a cara voltada para o mar, e um punhado de terra no ventre. Terra boa que d...eu bons filhos à ilha. Nesse cemitério, sob a imagem de uma pirâmide, mesmo à entrada, fica a campa do médico e escritor, Henrique Teixeira de Sousa, natural de Outrabanda, freguesia do Santo. Dois passos à frente descansa eternamente Padre Fidelis Miraglio, o eterno pároco de S.Lourenço e um dos primeiros Padres Capuchinhos italianos a pisar Cabo Verde. Na residência paroquial, mesmo ao lado, vive outro pastor de S.Francisco: Padre Camilo Torassa, italiano, filho de Cuneo, a viver entre Fogo, S.Vicente e Brava há mais de 50 anos: apesar do mal que lhe aflige os olhos e as pernas, a lucidez o acompanha. Éramos quatro adultos e uma criança, e fomos expressamente a São Lourenço para o visitar. Conversa vai, conversa vem, desafiou a um dos visitantes que co…